Participando do convite da Monica no encontro de quinta-feira. Com esta imagem inspirar no estilo velho oeste limitando-se a 350 palavras. Veja no blog neogeminis.blogspot.com/2026/01/encuentro-juevero-22-de-enero.html
No velho Oeste.
Numa
cidadezinha poeirenta do Velho Oeste, um xerife solitário chamado Terence patrulhava as ruas com seu
cavalo, conhecido por sua justiça e coragem e por seu passado sombrio.
Um
forasteiro misterioso chegou à cidade, com um olhar que escondia mil histórias.
O forasteiro de nome Sartana entrou
no salão local, onde os moradores se calaram ao vê-lo. Terence se aproximou,
olhos fixos no rifle, e disse:
O
que traz você aqui, Sartana? Estou aqui para enterrar um passado, xerife. O som
do vento lá fora parecia o único movimento naquela tensão. Sartana com os olhos
fixos em Terence, e disse:
_.
Um passado que envolve sangue, vingança... e um nome: Garcia. Voltei para ajustar contas com ele. A menção ao nome causou
um arrepio nos moradores. Terence estreitou os olhos: Garcia era um fora-da-lei
notório. O que você tem a ver com ele?
A
tensão no salão aumentou. Então é vingança, disse o xerife, mão no coldre. Mas
aqui não é lugar para isso, Sartana.
Sartana
com um olhar frio disse, que a justiça é minha, xerife. E eu vou cobrar. Pegou
o copo e um gole de whisky seco queimou sua garganta, mas não tanto quanto a
sede de vingança.
Garcia
empurra a porta bang bang do bar e para ao ver Sartana. Seu sorriso de zombeteiro
se desfez. Você aqui rosna! Já com a mão indo para o revólver. O salão inteiro
se preparou para o pior. Os dois homens se encaram, armas sacadas, o silêncio
cortado apenas pelo som de respirações apressadas.
O
xerife grita: Parem! Mas Sartana e Garcia estão possessos, nada ouvem e o salão
explodiu em poeira e gritos. Sartana se jogou no chão, cobrindo a cabeça.
Quando a fumaça baixou, Garcia jazia no chão, imóvel.
Sartana
sacudiu a poeira da roupa, outro gole de whisky, com o revólver ainda
fumegante, pega o rifle e virou-se para Terence:
_Dívida
paga.
E
saiu a galope no seu cavalo alazão.
Toninho
21/01/2026
Grato pela leitura


Que tempos eram esses!
ResponderExcluirHá muito que não lia um conto do Velho Oeste estadunidense.
Participou e brilhou... Beijo.
~~~~
Que linda inspiração e riqueza em detalhes,Toninho! Tu nos colocaste naquela sala, de tão real... Adorei! abração, tudo de bom,chica
ResponderExcluirUn relato donde el polvo del viento y de los revólveres se unen a los tragos y venganzas de dos pistoleros.
ResponderExcluirUn buen escenario nos dejas típico del mejor Oeste.
Un saludo, feliz día.
Me gusta cómo el Viejo Oeste aparece en toda su crudeza: el polvo, el silencio, la mirada fría de Sartana y la amenaza latente de García. La historia combina acción y misterio sin alargar la trama; todo sucede rápido, directo, y el desenlace es satisfactorio: venganza cumplida, justicia a su manera. Me dejó la sensación de haber presenciado un enfrentamiento inevitable, donde cada personaje se mantiene fiel a su código. El estilo seco y las descripciones puntuales hacen que uno casi sienta el calor del desierto y el olor a pólvora.
ResponderExcluirExcelente. Un abrazo
Sartana…. Uno de los grandes colosos del oeste lleno de trucos e ingenios!! Bello personaje
ResponderExcluirAmigo Toninho, boa tarde de paz!
ResponderExcluirSabia que poderia criar um conto assim tão bem enredado como tem o potencial para fazê-lo.
Persongens típicos e com as características do velho oeste.
Tenha dias abençoados!
Abraços fraternos
Magnífico conto alusivo ao Velho Oeste.
ExcluirHá muito que não leio nada sobre o tema.
O fundo musical é magnífico e foi a banda sonora do filme "o Bom, o Mau, e o Vilão"., Ennio Morricone ( se não estou errada).
Adoro esta música .
Tens aqui um post de luxo!
Parabéns, Toninho!
Beijinho e ótima noite com paz e saúde.😘
Whisky y venganza, el sabor de un buen Western. Felicidades por el relato. :)
ResponderExcluirAl viejo estilo... ojo por ojo.
ResponderExcluirMuchas gracias por sumarte al encuentro con una escena clásica de aquellos viejos westerns que tanto vimos. Un abrazo Toninho
ResponderExcluirUAU! Adoro 👏👏👏
ResponderExcluirBom fim-de-semana 😘
Hola Toninho,
ResponderExcluirUna historia de un duelo muy bien elaborada. Me ha gustado mucho.
Un saludo.
Olá Toninho,
Uma história de duelo muito bem elaborada. Gostei muito.
Atenciosamente.
Un argumento típico del Oeste Americano, conforme lo iba leyendo, nve8a a los personajes deambular por la pantalla del cine de verano de mi juventud.
ResponderExcluirGracias por traerme esos momentos.
Confieso que con el portugués ando algo pez, pero en tu texto he calado enseguida esa mención al personaje clásico del cine, ese que siempre resolvía los entuertos con algún que otro cachivache sacado de época.
ResponderExcluirOi Toninho. Belo conto de faroeste. Fez me recordar dos filmes de Zorro, e Rintintin. filmes de minha infância . muito bom. parabéns por compartilhar. Um abração e um bom final de semana
ResponderExcluir«Lo que bien empieza, bien acaba», que diría un vaquero vengador del viejo oeste. Gracias por tu relato. Un abrazo
ResponderExcluirToninho una historia genial has creado, todo un western. No le falto nada a la historia.
ResponderExcluirQue tengas un buen día
Saludos