Pequeno
dispositivo guardião discreto.
Diplomata que
tentar unir dois lados.
Os lados que
teimam se separar direto
Eterno vai e
volta, com dentes afiados.
Quando bem fechado
tudo se alinha,
Bem se sustenta
sendo quase invisível,
A não permitir
abrir antes a portinha,
Se falha vem
uma situação horrível.
Um zíper poderá
sempre fechar tudo,
Porém dentro tudo
pode estar aberto
No coração que ele
seja o seu escudo,
Se enferrujar sentirá
como no deserto.
Nossa vida é um
zíper, que não se vê.
De um lado
dentes com bom discurso
Do outro lado
dentes que expõe você,
Quando ele trava
no meio do percurso.
Toninho
15/09/2026
Grato pela visita
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UAU! Linda poesia e em cada verso, verdades! Que o ziper de nossas vidas não trave e sirva para fechar tudo bem direitinho no lugar ! Ficou TRI! Obrigadão!
ResponderExcluirabração, lindo dia! chica
Amigo Toninho, boa tarde de paz
ResponderExcluirDeus destrava o emperrado em nosso viver.
Ainda bem!
Um poema profundo.
Tenha dias abençoados!
Abraços fraternos
Caro Toninho
ResponderExcluirQuando trava no meio do percurso é o cabo dos trabalhos.
O seu poema tanto trata do ziper que se aplica na roupa
como do lado da vida que, muitas vezes, fica emperrado.
Gostei imenso.
Abraço
Olinda